terça-feira, 11 de maio de 2010

Uma declaração de (uma) mamã

Escrevi este texto, em forma de parte de um e-mail, em 01 de Julho de 2009. "Posto-o" aqui agora, como uma homenagem ao Dia das Mães passado (dia 09 de Maio).

"Ela (Maria Mariana) escreve:
"Ao sermos mães de uma menina, damos início a um trabalho de identificação. À medida que a menina cresce e vai mostrando quem é, vamos compreendendo: "Ela é diferente, e como amo seu jeito...".

Aqui eu discordo dela. Comigo foi completamente diferente!... (Estou aqui prestes a deixar registrado pela primeira vez(!?), uma das pequenas partes de como aconteceu a maternidade comigo - como ela seria e foi para mim!...)
Esperei e recebi a Clara como um ser completamente novo e distinto de mim. Uma dádiva divina cujo acompanhamento, educação e orientação me foram preciosamente confiados. Um pedaço de mim, porém totalmente diferente e de nenhuma forma ou modo pertencente a mim. A única coisa que "me pertence", em relação à Clara, são alguns genes, e a responsabilidade de a formar uma exemplar filha de Deus, passando os princípios que acredito serem os mais corretos - aqueles todos do Amor!
E então ela veio. E foi crescendo... E vai crescendo!... E eu sou pega de surpresa por vezes - vária vezes! - ao perceber alguma característica (física, mental ou mesmo espiritual) ou atitude parecidas com as minhas: "Caramba! É como eu era (sou/fui/fiz/faço)!!..." E a cada vez que isso acontece, eu tenho uma nova surpresa!! E vou pensando que isso talvez seja uma forma de Deus me mostrar e lembrar que ela não é tão diferente assim de mim; que não é por acaso que ela me escolheu, a mim, como mamã!

=) "

P.S. - O livro da Maria Mariana, "Confissões de Mãe", é simplesmente lindo! Simples, de leitura rápida e "apetitosa", é totalmente Amor!!...

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Adivinha quem disse!?...

"O que falta entre os seres humanos é o diálogo sincero e verdadeiro, sem medos, e o amor incondicional, sem esperar nada em troca, aquele laço que não nasce de desejos pessoais: assim o Mundo e a Vida de cada um se tornariam harmoniosos, equilibrados e plenos de paz."

sábado, 24 de abril de 2010

Uma Santa mulher escreveu

"Nada te perturbe
Nada te espante
Tudo passa,
Só Deus não muda.
A paciência
Tudo alcança
Quem tem a Deus,
Nada lhe falta.
Só Deus basta."

Uma sábia mulher escreveu

"O AMOR está muito além da paixão, das carências emocionais, e não busca a ele mesmo, em fazer do seu jeito, sua auto-satisfação, mas se compraz apenas em Ser Amor, tudo que há de mais LIVRE... O resto é amor romântico, apaixonamento, carência, Maya... ilusão! Mas não AMOR."

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Assim como todos os dias

Amanhã...
Será um novo dia!...

=)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

22.11.2009

"Dia perfeito!..."

O céu azul,
As nuvens passantes,
A brisa fresca,
As pedras aquecidas pelo
Sol radiante...
A tua sombra em mim deitada no
teu colo por ti oferecido,
O teu olhar...
"Me promete que vai viver?..." "Prometo..."
O som dos violões,
As vozes das canções...
O gato na janela,
O passeio,
A flor...
E a despedida.

domingo, 11 de abril de 2010

"Sacerdotizas, Curandeiras,
Sábias e Feiticeiras:
Encontremo-nos, Partilhemos,
Unamo-nos e Realizemos!"

Fiel Companheira

Encontro-te novamente. "Aqui estás tu!" - digo-te (com recepção e sem muita surpresa). "Mas sempre estive contigo!" - respondes-me. É verdade, não nego. Por vezes distraio-me, esqueço-me de ti, desapercebo-te do meu lado; perdoa-me por tamanho devaneio.
É assim:
Por vezes vou seguindo, contigo presente em mim - sigo, consciente de ti comigo. Mas então vem a distração - ah! a distração!... E ela leva-me... Vai me levando... E permito-me ser distraída; descuido-me de ti. Encho-me daquilo que te opõe - logo daquilo, imagina!... Ah...! Tamanha ilusão!... É isso: iludo-me!
Mas então, felizmente, sabiamente, sou conduzida novamente ao estado consciente. Torno a sentir-te - e até a ver-te e ouvir-te!...
Bem, sim, posso por vezes tornar-me assim, inconsequente (comigo mesma!). Mas tu sabes (e sem engano!) que a ti, minha fiel companheira, trago-te comigo sempre.
Eu, afinal, "só sei que nada sei"!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Buar...

Nexo, poderia
Sem nexo, sem...
Vida
Acho que vai chover
Ah, mas (logo) depois vem o sol!
A compreensão
Na Bahia
Justo ontem
Eu não sei se quero,
Ou quererei...
Sentido,
Viver aquilo
Oh! Um trovão!
Agora
Eu vou
Já fui - e voltei
Espera, esperança
Tornei
Ao mesmo? Não!
Horizonte novo
Novo dia
Novas vidas
Olha! O sol!...
E a Lua.
Om... Om... Om...

Colírio

Eu sou mais do tipo estúpida
Fiel até no olhar
Mesmo assim não tendo
Algo ou alguém a desejar

Quisera eu saber
A dessa forma olhar
Poderia, quem sabe, aprender
Ou, talvez, me interessar

Mas não.
Permaneço nessa "estupidez"
Assim considerada
Agora por mim

Trago (e levo) comigo
Uma certeza cá no fundo
Que algum dia será
Como será no mundo.