sábado, 24 de abril de 2010

Uma Santa mulher escreveu

"Nada te perturbe
Nada te espante
Tudo passa,
Só Deus não muda.
A paciência
Tudo alcança
Quem tem a Deus,
Nada lhe falta.
Só Deus basta."

Uma sábia mulher escreveu

"O AMOR está muito além da paixão, das carências emocionais, e não busca a ele mesmo, em fazer do seu jeito, sua auto-satisfação, mas se compraz apenas em Ser Amor, tudo que há de mais LIVRE... O resto é amor romântico, apaixonamento, carência, Maya... ilusão! Mas não AMOR."

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Assim como todos os dias

Amanhã...
Será um novo dia!...

=)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

22.11.2009

"Dia perfeito!..."

O céu azul,
As nuvens passantes,
A brisa fresca,
As pedras aquecidas pelo
Sol radiante...
A tua sombra em mim deitada no
teu colo por ti oferecido,
O teu olhar...
"Me promete que vai viver?..." "Prometo..."
O som dos violões,
As vozes das canções...
O gato na janela,
O passeio,
A flor...
E a despedida.

domingo, 11 de abril de 2010

"Sacerdotizas, Curandeiras,
Sábias e Feiticeiras:
Encontremo-nos, Partilhemos,
Unamo-nos e Realizemos!"

Fiel Companheira

Encontro-te novamente. "Aqui estás tu!" - digo-te (com recepção e sem muita surpresa). "Mas sempre estive contigo!" - respondes-me. É verdade, não nego. Por vezes distraio-me, esqueço-me de ti, desapercebo-te do meu lado; perdoa-me por tamanho devaneio.
É assim:
Por vezes vou seguindo, contigo presente em mim - sigo, consciente de ti comigo. Mas então vem a distração - ah! a distração!... E ela leva-me... Vai me levando... E permito-me ser distraída; descuido-me de ti. Encho-me daquilo que te opõe - logo daquilo, imagina!... Ah...! Tamanha ilusão!... É isso: iludo-me!
Mas então, felizmente, sabiamente, sou conduzida novamente ao estado consciente. Torno a sentir-te - e até a ver-te e ouvir-te!...
Bem, sim, posso por vezes tornar-me assim, inconsequente (comigo mesma!). Mas tu sabes (e sem engano!) que a ti, minha fiel companheira, trago-te comigo sempre.
Eu, afinal, "só sei que nada sei"!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Buar...

Nexo, poderia
Sem nexo, sem...
Vida
Acho que vai chover
Ah, mas (logo) depois vem o sol!
A compreensão
Na Bahia
Justo ontem
Eu não sei se quero,
Ou quererei...
Sentido,
Viver aquilo
Oh! Um trovão!
Agora
Eu vou
Já fui - e voltei
Espera, esperança
Tornei
Ao mesmo? Não!
Horizonte novo
Novo dia
Novas vidas
Olha! O sol!...
E a Lua.
Om... Om... Om...

Colírio

Eu sou mais do tipo estúpida
Fiel até no olhar
Mesmo assim não tendo
Algo ou alguém a desejar

Quisera eu saber
A dessa forma olhar
Poderia, quem sabe, aprender
Ou, talvez, me interessar

Mas não.
Permaneço nessa "estupidez"
Assim considerada
Agora por mim

Trago (e levo) comigo
Uma certeza cá no fundo
Que algum dia será
Como será no mundo.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Num Universo Paralelo... (Um Conto)

Ele não imaginava o tamanho daquilo e muito menos a dimensão que havia tomado.
Ela já não esperava que retornasse com a mesma intensidade – ou, quem sabe, ainda maior.
Mas o tempo mostrou-lhes surpresas - a vida não lhes tinha avisado que sim, até com eles algo assim poderia acontecer.
Ele, aos poucos, deixou-se (e quis) ser inundado por aquilo. Lembrou-se de como era bom, muito, muito bom – e mágico! E, quase tarde demais!, quis ser repleto por completo.
Ela, que tinha já respirado fundo e tomado a frente como direção, por mim, olhou para trás por cima do ombro e viu o brilho. A tempo!...
E então aconteceu.
Palavras, gestos, intenções, ações... Foram ficando mais próximos, profundos, sutis e grandiosos!... E então finalmente tudo ficou como deveria ser!
Foram grandes momentos lindos – e são! E foi (e é!) uma eternidade sem fim, para sempre e sempre!
E eu, que vos falo (ou escrevo), garanto que estava lá. Em todos os momentos. Em todos os milionésimos de segundo!... Eles esqueceram-se de me ver por vezes e vezes. Em algumas delas apenas decidiram fazê-lo (por alguma espécie de medo, ou como mesmo foi dito, “proteção”). E então, mesmo estando eu à frente deles, a sorrir, convidativo (quase os consegui abraçar!), optaram por fingir que não me viam, que eu não estava lá!!... Mas, como? Como é que eu poderia não estar lá? Como é que não poderia estar entre eles?!...
Por isso, digo-vos: Os seres humanos têm um estranho prazer em complicar e criar ditos mistérios no que (pode não parecer fácil, no início, mas) é tão simples e claro... Como chegou a dizer uma velha amiga minha, por vezes “os seres humanos assombram-me”!...
Bem, agora que me encontraram e acolheram como seu único e precioso bem e objetivo, só me resta esperar que seja assim, para sempre e sempre! Com eles e com todos os outros!...

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Mais um sobre...

E o que há de ser de nós,
Se não o fizermos?
Se não o buscarmos,
Se não o tivermos?

E o que há de ser de nós
Sem tal e tamanho dom?
Ficaremos à deriva,
Sem vida, sem cor, sem tom...

Exerçamos portanto esse direito com fervor!
Que muito além disso, tornou-se por nós dever
E afinal, é ele e só ele que nos eleva: o Amor!


P.S. – Não sou poetiza, mas por vezes fantasio-me como tal.
... E vem chegando o carnaval!!...