Eu sou mais do tipo estúpida
Fiel até no olhar
Mesmo assim não tendo
Algo ou alguém a desejar
Quisera eu saber
A dessa forma olhar
Poderia, quem sabe, aprender
Ou, talvez, me interessar
Mas não.
Permaneço nessa "estupidez"
Assim considerada
Agora por mim
Trago (e levo) comigo
Uma certeza cá no fundo
Que algum dia será
Como será no mundo.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Num Universo Paralelo... (Um Conto)
Ele não imaginava o tamanho daquilo e muito menos a dimensão que havia tomado.
Ela já não esperava que retornasse com a mesma intensidade – ou, quem sabe, ainda maior.
Mas o tempo mostrou-lhes surpresas - a vida não lhes tinha avisado que sim, até com eles algo assim poderia acontecer.
Ele, aos poucos, deixou-se (e quis) ser inundado por aquilo. Lembrou-se de como era bom, muito, muito bom – e mágico! E, quase tarde demais!, quis ser repleto por completo.
Ela, que tinha já respirado fundo e tomado a frente como direção, por mim, olhou para trás por cima do ombro e viu o brilho. A tempo!...
E então aconteceu.
Palavras, gestos, intenções, ações... Foram ficando mais próximos, profundos, sutis e grandiosos!... E então finalmente tudo ficou como deveria ser!
Foram grandes momentos lindos – e são! E foi (e é!) uma eternidade sem fim, para sempre e sempre!
E eu, que vos falo (ou escrevo), garanto que estava lá. Em todos os momentos. Em todos os milionésimos de segundo!... Eles esqueceram-se de me ver por vezes e vezes. Em algumas delas apenas decidiram fazê-lo (por alguma espécie de medo, ou como mesmo foi dito, “proteção”). E então, mesmo estando eu à frente deles, a sorrir, convidativo (quase os consegui abraçar!), optaram por fingir que não me viam, que eu não estava lá!!... Mas, como? Como é que eu poderia não estar lá? Como é que não poderia estar entre eles?!...
Por isso, digo-vos: Os seres humanos têm um estranho prazer em complicar e criar ditos mistérios no que (pode não parecer fácil, no início, mas) é tão simples e claro... Como chegou a dizer uma velha amiga minha, por vezes “os seres humanos assombram-me”!...
Bem, agora que me encontraram e acolheram como seu único e precioso bem e objetivo, só me resta esperar que seja assim, para sempre e sempre! Com eles e com todos os outros!...
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Mais um sobre...
E o que há de ser de nós,
Se não o fizermos?
Se não o buscarmos,
Se não o tivermos?
E o que há de ser de nós
Sem tal e tamanho dom?
Ficaremos à deriva,
Sem vida, sem cor, sem tom...
Exerçamos portanto esse direito com fervor!
Que muito além disso, tornou-se por nós dever
E afinal, é ele e só ele que nos eleva: o Amor!
P.S. – Não sou poetiza, mas por vezes fantasio-me como tal.
... E vem chegando o carnaval!!...
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
O retorno! =)
Ah... Ouro Preto!!... É tão, tão bom estar de volta! (Não sei nem muito bem por quê, mas é!) =D
sábado, 9 de janeiro de 2010
Going away
Foto de Vinicius A. Andrade
[Uma ironia neste dia - hoje -, em que descobri que estou "presa" no Rio até daqui a (mais) dois dias!... Bem, "nada acontece por acaso".]
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
(Um novo) "Quem sou eu" (para o Orkut!)
Um pouco menos de frases sabiamente escritas - não por mim (claro!), mas por "geniosinhos" da humanidade - e um pouco mais sobre mim.
Neste momento não importa onde ou quando nasci, ou como cresci, ou mesmo como ou o que vivi até aqui - o que importa é o agora, o momento presente. É nele que posso fazer algo, ou não fazer nada - e é com ele e com isso que eu construirei o (meu) futuro.
Neste momento eu não faço ideia de qual seja a minha missão "no campo profissional". Ser instrutora de Yoga "até ao fim"? Terapeuta Reiki? Ou assim que me formar dedicar-me totalmente à carreira de filósofa? Ou, como faço por vezes em sonhos, acordada, "largar tudo" para me juntar a uma companhia de dança e com ela viajar em turnê pelo mundo?... Ou nada disso - poderei de repente decidir tomar uma carreira que jamais havia sequer passado pela minha imaginação?!... Não sei. A única coisa de que tenho certeza em relação a este assunto, é que não quero parar de estudar. E não me refiro somente ao estudo acadêmico, mas também (e talvez principalmente) ao estudo de tudo aquilo que me surgir e que eu quiser ou achar que devo estudar. (Se me for possível,) Eu quero estudar até morrer.
Aquilo de que eu sei profunda e fortemente(!) - e nada abala a minha absoluta certeza disso - é que a minha missão principal é Amar. Amar e aprimorar-me nessa arte. Que Amar é uma arte.
E nisso está contida a missão de ser mãe. (Mamã! =) ) Para mim, a mais importante, delicada, grandiosa e gratificante de todas as missões existentes na vida. E também aquela que exige e merece todas as atenções, tempos e energias.
Neste momento não importa onde ou quando nasci, ou como cresci, ou mesmo como ou o que vivi até aqui - o que importa é o agora, o momento presente. É nele que posso fazer algo, ou não fazer nada - e é com ele e com isso que eu construirei o (meu) futuro.
Neste momento eu não faço ideia de qual seja a minha missão "no campo profissional". Ser instrutora de Yoga "até ao fim"? Terapeuta Reiki? Ou assim que me formar dedicar-me totalmente à carreira de filósofa? Ou, como faço por vezes em sonhos, acordada, "largar tudo" para me juntar a uma companhia de dança e com ela viajar em turnê pelo mundo?... Ou nada disso - poderei de repente decidir tomar uma carreira que jamais havia sequer passado pela minha imaginação?!... Não sei. A única coisa de que tenho certeza em relação a este assunto, é que não quero parar de estudar. E não me refiro somente ao estudo acadêmico, mas também (e talvez principalmente) ao estudo de tudo aquilo que me surgir e que eu quiser ou achar que devo estudar. (Se me for possível,) Eu quero estudar até morrer.
Aquilo de que eu sei profunda e fortemente(!) - e nada abala a minha absoluta certeza disso - é que a minha missão principal é Amar. Amar e aprimorar-me nessa arte. Que Amar é uma arte.
E nisso está contida a missão de ser mãe. (Mamã! =) ) Para mim, a mais importante, delicada, grandiosa e gratificante de todas as missões existentes na vida. E também aquela que exige e merece todas as atenções, tempos e energias.
Ser mãe - e/ou pai -, é ter nas mãos a inteira e importantíssima responsabilidade da delicada tarefa de, desde tão logo comece a maternidade/parternidade, preparar um novo - e distinto - ser humano, para que se torne independente, íntegro, responsável, consciente, honesto, justo, Amoroso, "etc", capaz de fazer a sua parte, plena e completamente, buscando o seu equilíbrio e evolução, assim buscando também "elevar" o mundo à sua volta.
Para não repetir o que tantas vezes já foi escrito (apesar de com palavras diferentes, por diferentes autores), apenas transcreverei algumas palavras de M. Scott Peck. Para mim, Amar e (portanto também) ser mãe e/ou pai, é agir desta forma:
Para não repetir o que tantas vezes já foi escrito (apesar de com palavras diferentes, por diferentes autores), apenas transcreverei algumas palavras de M. Scott Peck. Para mim, Amar e (portanto também) ser mãe e/ou pai, é agir desta forma:
"Amar não é simplesmente dar; é uma doação criteriosa, assim como uma recusa criteriosa. É elogiar e criticar com base em critérios; é discutir, lutar, confrontar, estimular, empurrar e puxar de maneira criteriosa, além de confortar. É liderar. A palavra "criteriosa" expressa a necessidade de julgamento, e julgamento exige mais que instinto: exige decisões prudentes e, muitas vezes, dolorosas."
Eu acredito em Deus e na Sua existência. E confio n'Ele. Para mim, Deus é Amor.
Ah! E para mim, tudo e todos somos formados por pura energia - Fisicamente (e não "esotéricamente") falando. (...)
Quero evoluir - sempre. [Em equilíbrio. Que (para mim) "equilíbrio" é a palavra-chave da vida.] Sendo assim, defino-me como "em (constante) processo de construção (aprendizado, crescimento, amadurecimento e evolução").
Essa é a minha verdade - ou são as minhas verdades.
Eu acredito em Deus e na Sua existência. E confio n'Ele. Para mim, Deus é Amor.
Ah! E para mim, tudo e todos somos formados por pura energia - Fisicamente (e não "esotéricamente") falando. (...)
Quero evoluir - sempre. [Em equilíbrio. Que (para mim) "equilíbrio" é a palavra-chave da vida.] Sendo assim, defino-me como "em (constante) processo de construção (aprendizado, crescimento, amadurecimento e evolução").
Essa é a minha verdade - ou são as minhas verdades.
Mas e qual será a real verdade?! Ou o que é a verdade?... ;) [Esta é uma daquelas discussões filosóficas nas quais decidi não entrar, por julgar ser, na maioria das vezes, completamente improdutiva. Cada um tem uma opinião - a sua. E cada um com ela continuará, também dela extremamente convicto - até ao fim. Em raras exceções isto acontecerá de outra maneira.
Somos todos seres humanos, afinal...
Acredito que talvez quando morrermos obtenhamos as respostas para esse tipo de perguntas. Talvez.]
"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena."
"Tudo vale a pena quando a alma não é pequena."
(Fernando Pessoa)
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Sobre o Amor
(do livro "A Trilha Menos Percorrida", de M. Scott Peck)
"Amar não é simplesmente dar; é uma doação criteriosa, assim como uma recusa criteriosa. É elogiar e criticar com base em critérios; é discutir, lutar, confrontar, estimular, empurrar e puxar de maneira criteriosa, além de confortar. É liderar. A palavra "criteriosa" expressa a necessidade de julgamento, e julgamento exige mais que instinto: exige decisões prudentes e, muitas vezes, dolorosas."
"Amar não é simplesmente dar; é uma doação criteriosa, assim como uma recusa criteriosa. É elogiar e criticar com base em critérios; é discutir, lutar, confrontar, estimular, empurrar e puxar de maneira criteriosa, além de confortar. É liderar. A palavra "criteriosa" expressa a necessidade de julgamento, e julgamento exige mais que instinto: exige decisões prudentes e, muitas vezes, dolorosas."
domingo, 6 de dezembro de 2009
A primeira apresentação de ballet!
Uma princesinha fantasiada de fada-madrinha (azul clarinho!) da Aurora, a Bela Adormecida - aguardando a hora certa de entrar no palco! =)
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Receita (comentada!) de bolo de cenoura e mamão-papaia/hawaí, com cobertura de chocolate
(baseada naquela de bolo de cenoura com cobertura de chocolate)
Ingredientes p/ o bolo e como o fazer:
- 2 cenouras de tamanho mediano, ou 3 pequenas (descascadas e sem os talos);
- 1/2 mamão-papaia/hawaí (sem casca e sem sementes);
- 4 ovos (inteiros, porém sem as cascas... claro... rs!);
- 1 pitada de sal (segue a intuição p/ esta medida!)
- 3 xícaras de farinha “normal" (branca) ou integral fina - ou pode-se, ainda, misturar as duas (o que poderá ser ainda melhor!);
- 2 xícaras de açúcar (gostei do da marca “Amoroso”, que não é mascavo – embora eu goste de açúcar mascavo e o utilize regularmente! – mas “origina-se do açúcar cristal, industrializado pelo processo de laminação a seco, processo este que dispensa qualquer adição química”, portanto, como diz também na embalagem, “é um produto mais natural”, “mais saudável” e “mais adoçante” =) !);
- 1 xícara de óleo (qualquer um – o que achares mais saudável, mais saboroso... ou o que tiveres em casa!).
Num recipiente próprio(!), mistura bem a farinha, o açúcar e o óleo.
Depois disso, bate no liquidificador, ou com o “mixer”, ou "varinha-mágica" (como no meu caso!), as cenouras (eu costumo cortá-las aos pedaços ou às rodelas antes disso para facilitar a trituração =) !), o mamão-papaia (sim, também o corto aos pedaços, para facilitar...!), os ovos (não te esqueças de verificar se não estão estragados, quebrando e colocando um de cada vez primeiramente num outro recipiente separado! - conselho aqui dado por mim por causa de experiência própria... =P hehe) e a pitada de sal (coloca a intuição a funcionar!!), até atingir uma consistência cremosa.
Em seguida é só juntares esse creme à mistura anterior, mexer bem... E por último adicionar o fermento, mexendo novamente em seguida (“tranquilamente”, como diz a receita original! hihi... não poderia deixar de colocar este detalhe aqui!).
Como em quase praticamente todas as receitas de bolo, unta e polvilha a fôrma, antes de colocares nela a massa!
(Nota:
untar = passar ou besuntar a fôrma com manteiga;
polvilhar = colocar um pouco de farinha na fôrma e ir sacudindo-a, para que ela se espalhe por toda a fôrma.)
(Nota:
untar = passar ou besuntar a fôrma com manteiga;
polvilhar = colocar um pouco de farinha na fôrma e ir sacudindo-a, para que ela se espalhe por toda a fôrma.)
Leva ao forno (pré-aquecido por 10 minutos, claro - conforme o costume!) a mais ou menos 200ºC, e deixa lá ficar por cerca de 40, 50 minutos... Depende do forno, da fôrma, do gás... Essas coisas. Dificilmente há um tempo certo, exato, para que o bolo asse...! Mas para saber se está assado, basta enfiar um palito no centro do bolo e, ao retirá-lo (logo em seguida!), se o palito sair com um pouco de massa crua, é necessário deixar o bolo mais algum tempo no forno, a assar; se sair limpo (ou apenas engordurado!), então o bolo está pronto!
Agora a cobertura! Ingredientes e como a preparar...
Aqui encontrei um desafio: não tinha manteiga como pedia a receita original, e queria algo mais “requintado”. Eis em seguida o que fiz, portanto.
Numa panelinha misturei
- 4 colheres de sopa de chocolate em pó;
- 5 de açúcar (eu usei daquele “Amoroso”!);
- 6 de óleo;
- 7 de água.
Nesta etapa eu misturei tudo muito bem e obtive um creme (de chocolate!)!
Em seguida acrescentei a esse creme:
- 50 gr de chocolate meio amargo (picado... ou ralado); e
- 3 colheres de sopa de creme de leite sem soro (é só colocar a lata na geladeira por algumas horas que o soro fica todo embaixo – e assim dá para pegar as 3 colheradas tranquilamente!).
Então “levei ao fogo” e mexi até atingir o “ponto de brigadeiro” ou “ponto estrada”.
Ficou boa!!...
Mas claro, se quiseres podes usar a manteiga em vez do óleo, colocar outro tipo de chocolate (ao leite, por exemplo), colocar mais deste e nem utilizar o em pó, usar leite em vez de água, etc, etc, etc.
Enfim, na culinária é bom usar bastante a imaginação! =) (... E um bocado de intuição! ;) )
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
"São coisas da vida, detalhes do mundo (...)"
[ Título alternativo: "A vida é bela, 'tá tudo estranho (...)" ]
Joana gosta de Pedro,
que gosta de Carolina,
que gosta de Gustavo,
que não gosta de ninguém...
Porventura alguém saberá
como esta história terminará?!...
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